O título de minha exposição tem três significados: como metáfora, remete às fábulas infantis e às fábulas religiosas e, por outro lado, fala também de instinto, especificamente da sobrevivência.
Acho que é disso que se trata na arte. De incomodar, de assustar, de transformar. A arte é emersão do instinto na vida social. Por isso, a arte deve ser o predador e a cultura, a presa.
Minhas gravuras tratam de temas considerados tabu, desagregadores. Auto-mutilação, suicídio, incesto e o uso de drogas. Nenhuma delas foi feita para agradar mas, se são arte, só os cordeiros poderão dizer.
Poesias expostas
Quatro poetas aceitaram expor suas poesias junto às minhas obras: Clevane Pessoa, Clodomir Monteiro, Hercília Fernandes e Violeta Teixeira.

poesia "É este o meu ofício", de Violeta Teixeira, ao lado da pintura digital "Poeta meditando"
Poesia "Cascata", de Hercília Fernandes, ao lado de minha pintura digital "Na beira do rio"
Poesia "Alegoria para Angelina", de Clevane Pessoa, exposta junto à minha "Angelina se mutila"
Poesia "Sobre cordeiros e lobos", junto ao statement de minha expo
Fortuna crítica e poética desta exposição na mídia impressa
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2009, novembro 05 - Minha exposição "O cordeiro pressente o lobo" foi divulgada na Folha de Londrina, com o texto "O cordeiro pressente o lobo" de Francismar Lemes.
Fortuna crítica e poética desta exposição na internet
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Minha exposição foi divulgada no site "Inconfidencial", pela artista plástica e produtora Kátia Velo.
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Minha exposição foi divulgada no site noticioso "Londrix"
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Minha exposição foi divulgada no site "Londrinatur"
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Minha exposição foi divulgada pela poeta Clevane Pessoa no site Banco do Planeta.
Fotos da expo
Montando a exposição

