Pinturas à óleo da série "Cinzas"
Anjo caído
50x70 cms.
óleo sobre tela
2003
Esta obra de arte não está à venda. Compre um postal ou o direito de uso da imagem.
Fortuna crítica e poética desta pintura
Participação em exposições
-
2007, 20 de setembro a 13 de outubro - Esta pintura participou da exposição "Cinzas", Sala José Antônio Teodoro, Secretaria Municipal da Cultura, Londrina.
Divulgada em material impresso
- Publicada no convite da Exposição "Cinzas", 20 de setembro de 2007, Sala José Antônio Teodoro, secretaria Municipal de Cultura, Londrina PR.
- Publicada no catálogo "João Werner, Catálogo 2004", pp. 18, Londrina (PR), 20 pgs.
Ilustrando ensaios na internet
- 2009, janeiro 03 - A pintura e o poema foram republicados no blog Mhário Lincoln do Brasil.
-
2007, janeiro 10 - Minha pintura à óleo "Anjo caído" foi exibida no blog "the SOP", ilustrando o ensaio "A closer look at artist Joao Werner", de autoria de Deanna Meieresonne.
Ilustrando poesias na internet
2009, janeiro 02 - Foi exibida no blog Clevane_em_Pessoa, ilustrando o poema "Anjo caído" de autoria de Clevane Pessoa, em diálogo criativo.
"O preto na paleta,
pingos de branco.
A mistura chega ao cinza,
as cãs, a neve suja, os dias de chuva,
as nuvens plúmbeas , a alma desanimada.
A velhice é cinzenta, sempre que a esperança verde
se esvai em goteiras de abandono.
A alma é gris na solidão ,
a voz perdida, a falta de carinho,
o desânimo que instiga o Instinto de Thãnatos.
O artista ama as cores
e mesmo assim, na compreensão a maior,
de um mundo desigual,
mistura branco ao preto,
preto ao branco,
e faz um anjo, desanimado de tantas misérias, canalhices, perdas,
bancarrotas, vícios, traições , guerras,
fome e desesperanças,
espantado com os Homens,
que perdem cada vez mais
o supremo bem da paz
absoluta
e simples,
abrir a boca de espanto ,
cair das própria altura,em pleno vôo de reconhecimento,
e sentar-se desanimado, cansado de lutar
por uma humanidade falida e inconstante..."
"O preto na paleta,
pingos de branco.
A mistura chega ao cinza,
as cãs, a neve suja, os dias de chuva,
as nuvens plúmbeas , a alma desanimada.
A velhice é cinzenta, sempre que a esperança verde
se esvai em goteiras de abandono.
A alma é gris na solidão ,
a voz perdida, a falta de carinho,
o desânimo que instiga o Instinto de Thãnatos.
O artista ama as cores
e mesmo assim, na compreensão a maior,
de um mundo desigual,
mistura branco ao preto,
preto ao branco,
e faz um anjo, desanimado de tantas misérias, canalhices, perdas,
bancarrotas, vícios, traições , guerras,
fome e desesperanças,
espantado com os Homens,
que perdem cada vez mais
o supremo bem da paz
absoluta
e simples,
abrir a boca de espanto ,
cair das própria altura,em pleno vôo de reconhecimento,
e sentar-se desanimado, cansado de lutar
por uma humanidade falida e inconstante..."

