Gravuras digitais polêmicas e obscuras
Mundo cruel: o Suicídio & as Doenças

Angelina se mutila
gravura digital raster
42x60 cm.
15 de novembro de 2008
código da gravura 187-08
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Statement
A notícia da bela atriz se auto-mutilando com facas é comovente.
Quando experimentava, através de esboços, a melhor posição para os braços da figura, vi a Deusa Kali hindú.
detalhes
detalhes
Participação desta pintura em exposições de arte
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2009, novembro 06 - A gravura digital "MET" foi exibida na exposição "O cordeiro pressente o lobo", na Vila Cultural Cemitério de Automóveis, em Londrina (PR).
Fortuna crítica e poética
- 2011, fevereiro 02 - Três gravuras digitais, "Angelina se mutila", "Toda riqueza provém de violência" e "Sátiro" foram exibidas no blog "Deriva Eletrônica".
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2009, novembro 05 - A gravura digital "Angelina se mutila" ilustrou a reportagem de Francismar Lemes, "O cordeiro pressente o lobo", Folha de Londrina, Caderno "Folha 2", pp. 01, 05 de novembro de 2009.
2010, setembro 17 - Minha pintura digital "Angelina se mutila" foi exibida no blog "Poesia em toda parte", ilustrando a poesia "Alegoria para Angelina", da poeta Clevane Pessoa.
Alegoria para Angelina
Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Angel de quatro braços
Mina energia entre traços,
Traça grafismos no ar.
Começo da era, Eva primeva,
todo final é recomeço,
ciclos espiralados,
arcos de cores nos céus,
círculos concêntricos na água
onde bate a pedra da lua
ao olhar do arremessador.
Ar-remes-
Ra-dor
-Respires o Ar da poluída
zona proibida, e tentes sobre/viver
-remes nas águas da vida
E diluas a dor sofrida
No mistério do saber.
Meu mano, não "R"
Nessa roda/viva:
Avançar não é somente idaS,
Progredir implica em vi(n)das
Nos braços de um bem querer...
Esse Anjo nativo, que mina
das quatro mãos
as nuances e temperaturas
Das quatro estações,
passado e é devir,
um Angel de nome Angelina,
sempre a deixa a inesquecida menina
brincar com a mulher de agora
quatro facas e intenções,
destruir para reconstruir,
terminar para renascer...
A verdade é essa:
Não "R"
Alegoria para Angelina
Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Angel de quatro braços
Mina energia entre traços,
Traça grafismos no ar.
Começo da era, Eva primeva,
todo final é recomeço,
ciclos espiralados,
arcos de cores nos céus,
círculos concêntricos na água
onde bate a pedra da lua
ao olhar do arremessador.
Ar-remes-
Ra-dor
-Respires o Ar da poluída
zona proibida, e tentes sobre/viver
-remes nas águas da vida
E diluas a dor sofrida
No mistério do saber.
Meu mano, não "R"
Nessa roda/viva:
Avançar não é somente idaS,
Progredir implica em vi(n)das
Nos braços de um bem querer...
Esse Anjo nativo, que mina
das quatro mãos
as nuances e temperaturas
Das quatro estações,
passado e é devir,
um Angel de nome Angelina,
sempre a deixa a inesquecida menina
brincar com a mulher de agora
quatro facas e intenções,
destruir para reconstruir,
terminar para renascer...
A verdade é essa:
Não "R"
2010, maio 30 - A poeta Clevane Pessoa republicou esta poesia no site da Unión Hispanoamericana de Escritores, em uma coletânea intitulada 'Quando poetizo pinturas de João Werner - alguns poemas meus e obra dele'. As poesias foram criadas a partir de 3 de minhas gravuras, 'Burquinha', 'Parada de ônibus' e 'Angelina se mutila'.





