Gravuras e pinturas de nús, erotismo e sexualidade
A dois e a três
Amantes
50x70 cm.
acrílica sobre tela
agosto de 2002
Esta obra de arte não está à venda. Compre um postal ou o direito de uso da imagem.
Fortuna crítica e poética desta pintura
Esta pintura foi escolhida para ilustrar os seguintes textos em blogs e sites da internet:
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2008, abril 08 - Ilustrou o ensaio "Traquinagem", do contista: Luiz Alberto Machado no blog: "Ela nua é linda. Um bloguerótico"
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2008, Fevereiro 09 - Exposta no blog Art & Sensualité, blogueiro: CHPart, título: "João Werner, pinturas e esculturas".
- 2007, Março - Exposta na Erotic Art Gallery.
- Ilustrou o post "Jeg vil bare gerne føle lyst igen", autor: Luder, blog: En Luders Dagbog, 01 de dezembro de 2007.

2008, fevereiro - Esta pintura foi exibida na revista eletrônica Conexão Maringá, ilustrando a poesia "O Corpo Restituído", de Américo Teixeira Moreira.
"E ninguém saberá onde toco
quando os meus dedos súbitos
cantam no meio de uma aranha
ameaçada, a receber a feliz oferta
de um exercício silencioso.
Serás consumida como uma fértil
rosa encrespada sobre as minhas nádegas
entorpecidamente duras e o tépido
contorno das tuas coxas projectadas
de encontro ao instinto selvagem
que assim morre vivo
deliciosamente exausto como uma
pétala delicada no recolhimento
das pálpebras ensonadas.
Tudo, meu amor, está nas nossas mãos:
esta harpa tranquila e delicada
estranhamente desnudada pelo êxtase dos dedos
em busca de uma laranja posicionada
para ser repartida nos
seus gomos sumarentos de fantasia.
Vacilante e mordente cais dissipada como
se fosses um estalido,
um sopro adormecido pela minha baba
opiária. Então amorosamente beijo
o teu sexo desvairado na simbologia
da passagem do sagrado para o profano
de uma identidade, de um novo caminho.
Assim renascidos da vertigem dessacralizada
seremos a transumância dos amantes primitivos. "
"E ninguém saberá onde toco
quando os meus dedos súbitos
cantam no meio de uma aranha
ameaçada, a receber a feliz oferta
de um exercício silencioso.
Serás consumida como uma fértil
rosa encrespada sobre as minhas nádegas
entorpecidamente duras e o tépido
contorno das tuas coxas projectadas
de encontro ao instinto selvagem
que assim morre vivo
deliciosamente exausto como uma
pétala delicada no recolhimento
das pálpebras ensonadas.
Tudo, meu amor, está nas nossas mãos:
esta harpa tranquila e delicada
estranhamente desnudada pelo êxtase dos dedos
em busca de uma laranja posicionada
para ser repartida nos
seus gomos sumarentos de fantasia.
Vacilante e mordente cais dissipada como
se fosses um estalido,
um sopro adormecido pela minha baba
opiária. Então amorosamente beijo
o teu sexo desvairado na simbologia
da passagem do sagrado para o profano
de uma identidade, de um novo caminho.
Assim renascidos da vertigem dessacralizada
seremos a transumância dos amantes primitivos. "

Ilustrou o poema Somos únicos, da poetisa: Maria Luiza DErrico Nieto, Recanto das Letras
Nesta emoção pujante
um sonho se faz real
Na cumplicidade dos amantes
em abraço sensual...
Corações pulsando amor
dois em unicidade
Vidas em sintonia
agora e na eternidade...
Somos assim... únicos
corpos e almas reticentes
Existências devotadas
a este amor ardente...
Nesta emoção pujante
um sonho se faz real
Na cumplicidade dos amantes
em abraço sensual...
Corações pulsando amor
dois em unicidade
Vidas em sintonia
agora e na eternidade...
Somos assim... únicos
corpos e almas reticentes
Existências devotadas
a este amor ardente...


