Gravuras e pinturas de nús, erotismo e sexualidade
A dois e a três
Casal III
gravura digital vetorial (Flash)
42x60 cm.
09 de maio de 2008
código da gravura 152-08
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Participação desta pintura em exposições de arte
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2011, fevereiro 28 - Esta pintura digital participou da exposição "Motel barato", em Londrina (PR).
Fortuna crítica e poética desta gravura
Na mídia impressa
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2011, fevereiro 27 - Minha gravura "Casal III" foi exibida na Folha de Londrina, ilustrando a matéria "Sexo explícito", do jornalista Nelson Sato. Texto sobre minha exposição "Motel barato".
Na internet

2012, janeiro 20 - Minha pintura digital "Casal III" foi exibida no blog "Das tripas coração", ilustrando a poesia "O aprendiz", de João Pedro.
"Desejava uma clareza sempre igual.
Que zelasse eternamente consciente.
E vogasse, mesmo sem ter vento…
Mas de uma alegria, extrai um tormento.
Como algo transparente, que esquece de repente,
o que julga ser banal.
Ainda não te disse, mas não sei ser feliz…
Nessa matéria, estudei só para aprendiz.
No entanto, é estranho…
Se tudo o que tenho, foi conquistado com amor.
Hoje, o meu coração, desenhou um poema.
Sobre este tema, ganhou-lhe inspiração…
Foi por ti, mais bela flor, fruto de paixão."
"Desejava uma clareza sempre igual.
Que zelasse eternamente consciente.
E vogasse, mesmo sem ter vento…
Mas de uma alegria, extrai um tormento.
Como algo transparente, que esquece de repente,
o que julga ser banal.
Ainda não te disse, mas não sei ser feliz…
Nessa matéria, estudei só para aprendiz.
No entanto, é estranho…
Se tudo o que tenho, foi conquistado com amor.
Hoje, o meu coração, desenhou um poema.
Sobre este tema, ganhou-lhe inspiração…
Foi por ti, mais bela flor, fruto de paixão."
2010, junho 02 - Minha gravura digital 'Casal III' foi exibida no blog 'Lima Coelho', ilustrando a poesia 'Na moldura do soneto', de autoria de Freddy Diblu.
'Amor é a incompletude do prazer
Fulgor e inquietude de alma acesa
É virtude de dor, amiúde e coesa
Tem a ver com perpetuidade do ser.
Sus! Mas é furor que produz beleza
Que exala assaz o torpor de felicidade
E se conduz a grandeza na efemeridade
– O que mais faz juz por delicadeza!
O Amor cai bem demais em lua nova
Bem com vinosidade em flux de ais
E com afinidade à meia-luz de alcova.
Ademais, vai além de orgasmos plurais:
É bem de entusiasmos originais, que inova.
Amor? Quem o prova não se satisfaz, jamais!'
'Amor é a incompletude do prazer
Fulgor e inquietude de alma acesa
É virtude de dor, amiúde e coesa
Tem a ver com perpetuidade do ser.
Sus! Mas é furor que produz beleza
Que exala assaz o torpor de felicidade
E se conduz a grandeza na efemeridade
– O que mais faz juz por delicadeza!
O Amor cai bem demais em lua nova
Bem com vinosidade em flux de ais
E com afinidade à meia-luz de alcova.
Ademais, vai além de orgasmos plurais:
É bem de entusiasmos originais, que inova.
Amor? Quem o prova não se satisfaz, jamais!'
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2010, março 24 - Minha gravura 'Casal' foi exibida no blog Notícias do Sertão, ilustrando o post 'Poema 'Quase um alento'', de autoria de Graça Graúna e postado por Simone Cabral.
2010, janeiro 26 - Minha pintura digital 'Casal' foi exibida no blog Graça Graúna, ilustrando a poesia 'Quase um alento', de Graça Graúna.
'Sonho, acordo e enloucresço.
Penso: a vida seria desolada
se não houvesse canções de amor.
Não digo, só penso:
você é quase o meu alento
ou quase tudo que eu quero.
Vamos seguir a canção
e deixar acontecer.
"Pra quê rimar amor e dor?"
Você é quase meu alento
Vamos deixar o nosso nome na porta
e seguir a canção.'
'Sonho, acordo e enloucresço.
Penso: a vida seria desolada
se não houvesse canções de amor.
Não digo, só penso:
você é quase o meu alento
ou quase tudo que eu quero.
Vamos seguir a canção
e deixar acontecer.
"Pra quê rimar amor e dor?"
Você é quase meu alento
Vamos deixar o nosso nome na porta
e seguir a canção.'

2008, Junho - Imagem publicada na Revista Eletrônica Conexão Maringa, ilustrando o poema "Modo de amar" da poetisa Astrid Cabral.
"Amor com tremor de terra
abalando montanhas e minérios
nas entranhas da minha carne.
Amor como relâmpago e sóis
inaugurando auroras
ou ateando faíscas e incêndios
nas trevas da minha noite.
Amor como açudes sangrando
ou caudais e tempestades
despencando dilúvios.
E não me falem de ruínas
nem de cinzas, nem de lama. "
"Amor com tremor de terra
abalando montanhas e minérios
nas entranhas da minha carne.
Amor como relâmpago e sóis
inaugurando auroras
ou ateando faíscas e incêndios
nas trevas da minha noite.
Amor como açudes sangrando
ou caudais e tempestades
despencando dilúvios.
E não me falem de ruínas
nem de cinzas, nem de lama. "


