Gravuras e pinturas de nús, erotismo e sexualidade
A dois e a três
Amantes
50x60 cm.
óleo sobre tela
22/07/2004
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Fortuna crítica e poética desta pintura

2008, setembro 14 - Minha pintura à óleo 'Amantes' foi exibida no site 'Overmundo', ilustrando a poesia 'Credo', de autoria de Saavedra Valentim.
'Acreditei em seu amor
Feri-me profundamente.
A lâmina de sua traição
Perfurou órgão vital da minha morte!
Fratura exposta de um coração dilacerado,
Peito aberto, alma fechada.
Encarcerado, ainda,
Talvez sempre o seja,
Sentença de um tribunal tendencioso,
Que o vitimado condena!
Mortalmente ferido,
Amor ainda exala,
Esse coração desavergonhado,
Mesmo esnobado, pisoteado.
Mar de lágrimas rubras
Manchou minh’alma límpida,
Jorrou-me fervente na face,
Abriu ferida, dor imensa.
Restou profunda cicatriz,
Certificado de desilusões vividas,
Vida mortificada em vida.
Abduzida a outros sonhos,
A outros amores, desamores.
Rosa escarlate, pétalas macias,
Cujo néctar oferece barato
A qualquer zangão, sedento.
Doçura outrora,
Fel agora,
Veneno amanhã!
Tento livrar-me das amarras,
Mas suas garras cravam-me,
Como uma águia voraz,
E conduz-me ao alto,
Ao etéreo, ao divino,
Em seu ninho dividido.
Sem piedade conduz-me
Ao espaço sem destino.
Resgata-me do passado,
Aprisiona-me no eterno,
Tortura-me no presente.
Com futuro incerto,
Com uma única certeza:
Eu, simples mortal,
A mendigar uma gota desse néctar,
Que provoca delícias aos "Deuses",
Em troca, oferendas de puro ouro,
Contraste ao meu pobre amor pobre,
Com certeza, opaco aos seus olhos,
Visto ser metal barato, que não reluz.'
'Acreditei em seu amor
Feri-me profundamente.
A lâmina de sua traição
Perfurou órgão vital da minha morte!
Fratura exposta de um coração dilacerado,
Peito aberto, alma fechada.
Encarcerado, ainda,
Talvez sempre o seja,
Sentença de um tribunal tendencioso,
Que o vitimado condena!
Mortalmente ferido,
Amor ainda exala,
Esse coração desavergonhado,
Mesmo esnobado, pisoteado.
Mar de lágrimas rubras
Manchou minh’alma límpida,
Jorrou-me fervente na face,
Abriu ferida, dor imensa.
Restou profunda cicatriz,
Certificado de desilusões vividas,
Vida mortificada em vida.
Abduzida a outros sonhos,
A outros amores, desamores.
Rosa escarlate, pétalas macias,
Cujo néctar oferece barato
A qualquer zangão, sedento.
Doçura outrora,
Fel agora,
Veneno amanhã!
Tento livrar-me das amarras,
Mas suas garras cravam-me,
Como uma águia voraz,
E conduz-me ao alto,
Ao etéreo, ao divino,
Em seu ninho dividido.
Sem piedade conduz-me
Ao espaço sem destino.
Resgata-me do passado,
Aprisiona-me no eterno,
Tortura-me no presente.
Com futuro incerto,
Com uma única certeza:
Eu, simples mortal,
A mendigar uma gota desse néctar,
Que provoca delícias aos "Deuses",
Em troca, oferendas de puro ouro,
Contraste ao meu pobre amor pobre,
Com certeza, opaco aos seus olhos,
Visto ser metal barato, que não reluz.'
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2008, Fevereiro 09 - Exposta no blog Art & Sensualité, blogueiro: CHPart, título: "João Werner, pinturas e esculturas".
- 2007, Março - Exposta na Erotic Art Gallery.

Poetisa: Maria Luiza DErrico Nieto, Poema: "Somos únicos". Publicada no blog Recanto das Letras e republicada no blog Literatura: amor e erotismo, de Karina Calado.
Nesta emoção pujante
um sonho se faz real
Na cumplicidade dos amantes
em abraço sensual...
Corações pulsando amor
dois em unicidade
Vidas em sintonia
agora e na eternidade...
Somos assim... únicos
corpos e almas reticentes
Existências devotadas
a este amor ardente...
Nesta emoção pujante
um sonho se faz real
Na cumplicidade dos amantes
em abraço sensual...
Corações pulsando amor
dois em unicidade
Vidas em sintonia
agora e na eternidade...
Somos assim... únicos
corpos e almas reticentes
Existências devotadas
a este amor ardente...


