Gravuras e pinturas sobre a cidade e a vida urbana
O boteco e a festa
Boteco
50x70 cm.
óleo sobre tela
01 de dezembro de 2004
Esta obra de arte não está à venda. Compre um livro com esta obra, um postal ou direito de uso da imagem.
Fortuna crítica e poética desta pintura - Publicações
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Publicada em: Ranulfo Pedreiro, O homem no centro da arte, Jornal de Londrina, Caderno de Cultura, pp. 12, 15 de abril de 2005.
- Publicada no convite da exposição "Circuito Brasileiro das artes", 22 a 31 de agosto de 2005. Centro de Congressos do Estoril, Portugal.
Fortuna crítica e poética desta pintura - Na Internet
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2011, novembro 16 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "ZGUIOTTO", ilustrando o ensaio "Elogio do boteco" de Leonardo Boff
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2011, agosto 17 - Minha pintura “Boteco” foi exibida no blog “Sabor & Saber” ilustrando o post “Papo de boteco”.
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2011, julho 24 - Minhas pintura à óleo "Boteco" e gravura digital "Mesa de bar" foram exibidas no blog O mundo antes de mim, ilustrando o ensaio "O bar ideal", de Antonio Zilmar Silva.
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2011, janeiro 12 - Minha pintura à óleo "Boteco" e minha gravura digital "Mesa de bar" foram exibidas no blog Viva Mombojó!!!, ilustrando o post "Uma saideira e um guaraná".
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2010, dezembro 16 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Suspiros cotidianamente", ilustrando o ensaio "Da solteirice", de Ana Clara Rebouças.
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2010, outubro 10 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Tertúlia Pão-de-Queijo", ilustrando o ensaio "Questão de gosto"
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2010, junho 09 - Minha pintura à óleo 'Boteco' foi exibida no blog 'Tendo cerva barata... O resto dá-se um jeito...', ilustrando o ensaio 'Pega um copo e chega mais xará...', de postado por Márcio Baião.
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2010, maio 16 - Minha pintura à óleo 'Boteco' foi exibida no blog 'Milton Martins & temas livres', ilustrando o conto 'Solidão', de Milton Martins
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2010, abril 22 - Minha pintura à óleo 'Boteco' foi exibida no blog 'Bar Kintaro', ilustrando o post 'Botecando'
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2009, setembro 04 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "PeganoMeu", ilustrando o ensaio "Ética de convivência no Bar", de autoria de Marcelo Rosa.
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2009, fevereiro 12 - Minha pintura à óleo 'Boteco' foi exibida no blog 'Na porta do Buteco', ilustrando o post 'Boas vindas, caro usuário', postado por Marcelo Antunes.
- 2009, agosto 23 - A pintura à óleo "Boteco" foi exibida no site 'Gastrô Comunicação', ilustrando o ensaio "Receita de Raíz".
- 2009, maio 08 - A pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Tabula rasa", ilustrando o post "Jeu de mots", de autoria de Orlando
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2009, abril 29 - Foi exibida no blog "Prosa e verso de boteco", ilustrando o texto "Rapadura de boteco", de autoria de Milton Rezende. Publicado pelo editor Caio Martins.
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2008, outubro 22 - Foi exibida no blog "ComunaPiraquara", ilustrando o texto "Bares de São José", de autoria de Samuel Farias.
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2008, novembro 10 - As pinturas digitais "Mesa de bar" e "A vida,etílica, é muito melhor", mais as pinturas à óleo "Boteco", "Descendo cerveja" e "Sinuca" foram exibidas no blog "Bar & Lanches Taboão", de David da Silva.
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2008, outubro 05 - A pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Olhares de Anne Petit", ilustrando o post "Boteco", de autoria de Anne Petit.
Fragmento:
"Cada um com sua vida.
Cada um com sua bebida." -
2008, agosto 11 - A pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Depósito do Maia", ilustrando o post "A propósito", de autoria de Carlos Eduardo da Maia.
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2008, janeiro 21 - Blogueiro: Luis Cezar, "Rallye da Pinga", Historic Rally & Classic Race Cars
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2008, maio 01 - Blogueira: Alessa, "Sobre os botecos", blog: "Histórias de boteco"
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2008, fevereiro 11 - Blogueiro: Romulo Narducci, "Diálogo sobre o fim do mundo", Blog: "A Corja"
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2008, março, Ensaísta: Cássio Aguiar, "Boteco de bêbado não tem dono", site: "Pedaço da Vila"
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2008, abril 11 - Eva Duarte, "Do Drive-in ao Beco da Fome", blog: "...in the small city"
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2008, março 06 - Anônimo, "As vantagens de ir ao boteco", "Sociedade Grã-Ordem Freqüentadora do Bar do Magrão"
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2007, novembro 19 - Escritor: Marcos Pontes, "Petrolina e Pelópidas", Blog: Esculacho e Simpatia
- Reflektions Auf Aristóteles, "Reconhecendo um bom buteco", "Paranoid Way"
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2007, setembro 21 - Blogueiro: Edu, "Bares nas artes", "Bares e futilidades"
- 2007, agosto 19 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Sim, senhora!", ilustrando o post "Grande Soares", postado por Lari.
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2007, setembro 17 - Minha pintura "Boteco" foi exibida no blog "Digestivo cultural", ilustrando o post "Bar ruim é lindo, bicho!", de autoria de Antônio Prata.
Republicado no blog "Moça dos Sapatos Vermelhos"
Republicado no blog "Melhor escapar fedendo que morrer cheiroso"
2008, abril 23 - Republicado no blog "Alfarrábio"
2008, setembro 06 - Republicado no blog "Circo da poesia"
2010, setembro 13 - Republicada no blog "crismohrbutterfly" -
Carolina Virgilio, "Il Socialismo etilico del botequim", MusiBrasil.net
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2007, maio 23 - Minha pintura "Boteco" foi exibida no blog Talhos e retalhos, ilustrando o post "Teorias de Buteco", de Keila Vieira
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2007, maio 29 - Jeziel Paiva, "O boteco do Zé (causo)", "Blogue do Jeziel"
- 2007, maio 23 - Luiz Minduim, "A hora dos alegres", Noite & Cia
2008, abril 11 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog "Orgasmaravalha-me", ilustrando a poesia "bom dia, tristeza".
"bom dia, tristeza!
que tarde, tristeza!
você veio hoje me ver.
já estava ficando até meio triste
de estar tanto tempo longe de você.
se chegue, tristeza!
se sente comigo
aqui nessa mesa de bar,
beba do meu copo,
me dê o seu ombro
que é pra eu chorar:
chorar de tristeza,
tristeza de amar."
"bom dia, tristeza!
que tarde, tristeza!
você veio hoje me ver.
já estava ficando até meio triste
de estar tanto tempo longe de você.
se chegue, tristeza!
se sente comigo
aqui nessa mesa de bar,
beba do meu copo,
me dê o seu ombro
que é pra eu chorar:
chorar de tristeza,
tristeza de amar."
2008, dezembro 04 - Foi exibida no blog Cativa do Deserto, ilustrando o poema "Conversa póstuma", de autoria de Miguel do Rosário. Publicado por Camilla Lopes.
"de que adianta morrer
se deixas teu cheiro
e contas não pagas
em hotéis baratos
da praça tiradentes?
de que adianta fugir
para outros mundos
sem compreenderes
que o amor
não cobra dívidas?
ainda estamos aqui
apreendendo
a poesia
enquanto te entorpeces
junto a são pedro
tua festa póstuma,
sinto informá-lo
foi cancelada
mesmo agora
perante o vazio
tua amizade
continua se esfacelando
não há bondade
sem elegância
e as cegonhas
daquele filme russo
ainda voam
*
nem as bandeiras
que agito
nem os versos
canhestros
os pombos mortos
a neuro-solidão
e as cigarras
histéricas do aterro
nada se compara
ao grito de guerra,
covarde, louco,
ecoando lá no fundo
infinito
da história
*
talvez uma autópsia
permita descobrir
o poema
oculto em tuas entranhas
aquele que nunca
lograstes escrever
só não me peça
benevolência
com muito custo
e cerveja
mantenho vivos
minha burrice
e talento
a compaixão, porém,
eu guardo
para as crianças
que me pedem dinheiro
*
não te verei mais
no quadrilátero
do crime e talvez
sinta saudades
mas, you know,
bêbados
não tem saudades
bêbados bebem
escutam música
jogam sinuca
arrumam confusão
e se apaixonam
perdidamente
pelas amigas
desempregadas
por isso,
perdoe-me
seu grandessíssimo
filho-da-puta
não tenho tempo
para pensar em ti
não visto figurino
sério demais para um poeta
louco demais para um intelectual
sigo a vida mestiça
e malandramente
ouvindo john hammond"
"de que adianta morrer
se deixas teu cheiro
e contas não pagas
em hotéis baratos
da praça tiradentes?
de que adianta fugir
para outros mundos
sem compreenderes
que o amor
não cobra dívidas?
ainda estamos aqui
apreendendo
a poesia
enquanto te entorpeces
junto a são pedro
tua festa póstuma,
sinto informá-lo
foi cancelada
mesmo agora
perante o vazio
tua amizade
continua se esfacelando
não há bondade
sem elegância
e as cegonhas
daquele filme russo
ainda voam
*
nem as bandeiras
que agito
nem os versos
canhestros
os pombos mortos
a neuro-solidão
e as cigarras
histéricas do aterro
nada se compara
ao grito de guerra,
covarde, louco,
ecoando lá no fundo
infinito
da história
*
talvez uma autópsia
permita descobrir
o poema
oculto em tuas entranhas
aquele que nunca
lograstes escrever
só não me peça
benevolência
com muito custo
e cerveja
mantenho vivos
minha burrice
e talento
a compaixão, porém,
eu guardo
para as crianças
que me pedem dinheiro
*
não te verei mais
no quadrilátero
do crime e talvez
sinta saudades
mas, you know,
bêbados
não tem saudades
bêbados bebem
escutam música
jogam sinuca
arrumam confusão
e se apaixonam
perdidamente
pelas amigas
desempregadas
por isso,
perdoe-me
seu grandessíssimo
filho-da-puta
não tenho tempo
para pensar em ti
não visto figurino
sério demais para um poeta
louco demais para um intelectual
sigo a vida mestiça
e malandramente
ouvindo john hammond"

2008, Janeiro 07 - Poeta: Lipe Du, blog: Poesia vã.
"O abrigar de uma nuvem...
Céu ensolarado e mais um dia de curtição.
Sem um sundown
Pedimos sombra, pelo amor de deus!
e tentamos tapar-lhe
Sol!
Sugerimos isso e aquilo outro
Bate-boca amigável
Conta-se a novidade de ontem
O noticiado que apenas um viu e se encarregou de passar...
Antenas!
A louca foi presa,
O ministro fez uma piada infeliz...
Queremos mais e mais,
Ali na esquina mais um copo
e mais música
e um boteco que acaba de abrir serve de refugio aos nossos anseios de fim de semana
Tanta expectativa pra dois únicos dias
Queria é mais"
"O abrigar de uma nuvem...
Céu ensolarado e mais um dia de curtição.
Sem um sundown
Pedimos sombra, pelo amor de deus!
e tentamos tapar-lhe
Sol!
Sugerimos isso e aquilo outro
Bate-boca amigável
Conta-se a novidade de ontem
O noticiado que apenas um viu e se encarregou de passar...
Antenas!
A louca foi presa,
O ministro fez uma piada infeliz...
Queremos mais e mais,
Ali na esquina mais um copo
e mais música
e um boteco que acaba de abrir serve de refugio aos nossos anseios de fim de semana
Tanta expectativa pra dois únicos dias
Queria é mais"
2007, abril 25 - Minha pintura à óleo "Boteco" foi exibida no blog Cultura Popular, ilustrando a poesia "A eterna dúvida"
"Certa vez eu parei perto de um bar bem longe daqui,
Se não for engano meu,
Eu pedi uma pinga com mel de pequi.
Nem me lembro se fui só pra tomar aquilo,
Ou se estava mesmo disposto a curtir.
Olhei pra todos os cantos
E reparei num bêbado ali do meu lado.
Se não me engano ele estava em pé,
Ou será que estava sentado?
Só me lembro que ele recitava uma poesia,
Com charme de menino apaixonado.
Acho que pedi outra dose
Daquilo que estava tomando,
E o bêbado ali do meu lado
Continuava recitando.
Talvez eu não tivesse nada melhor pra fazer
Ou estivesse realmente gostando.
Acho que ele falava de amor,
Talvez de um amor que ali mesmonasceu.
Ou então poderia ser
De um amor que ali se perdeu.
Mas se não for engano meu,
Talvez eu estava o tempo todo ali sozinho
E aquele bêbado era eu."
"Certa vez eu parei perto de um bar bem longe daqui,
Se não for engano meu,
Eu pedi uma pinga com mel de pequi.
Nem me lembro se fui só pra tomar aquilo,
Ou se estava mesmo disposto a curtir.
Olhei pra todos os cantos
E reparei num bêbado ali do meu lado.
Se não me engano ele estava em pé,
Ou será que estava sentado?
Só me lembro que ele recitava uma poesia,
Com charme de menino apaixonado.
Acho que pedi outra dose
Daquilo que estava tomando,
E o bêbado ali do meu lado
Continuava recitando.
Talvez eu não tivesse nada melhor pra fazer
Ou estivesse realmente gostando.
Acho que ele falava de amor,
Talvez de um amor que ali mesmonasceu.
Ou então poderia ser
De um amor que ali se perdeu.
Mas se não for engano meu,
Talvez eu estava o tempo todo ali sozinho
E aquele bêbado era eu."


